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VIVA AS MÃES!

 

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VIVA AS MÃES!  Elas são a única coisa incondicional da vida.

Ontem, na abertura da nossa festa em homenagem ao Dia das Mães, o presidente Ablleython e o diretor sociocultural Luís Gonzaga fizeram de improviso um breve mas sincero discurso em homenagem às mães. Agora, de forma mais integral e com palavras melhor articuladas, a estendemos a todos que os nos lêem aqui.

Esta manifestação é de todos os diretores da Ases, particularmente dos homens, pois foi e é mais dirigida aos pais.

Fazemos lembrar a todos eles – na verdade, a todos nós – que não dá para concorrermos com as mães. Estamos muito aquém delas. Na velha comparação entre participação e envolvimento na geração e criação dos filhos, nós homens ficamos somente na primeira, ou seja, apenas participamos.

Entramos com uma “gotinha” da matéria prima para a formação física dos filhos, enquanto elas entram com a própria carne para plasma-los, abrigando-os no ventre aconchegante que os nutre durante nove meses, não sem esforço e dores. Depois lhes oferecem o seio generoso da alimentação vital e o doam desvelo e o carinho do dia a dia que não pode ser comparado ao nosso.

Em seguida, realizam com amor a educação e a formação do nosso caráter, que está na raiz do que todos nós somos hoje. A contribuição complementar do nosso pai é importante, mas a que provém da nossa mãe é mais marcante. Não dá para comparar, amigos. É para emocionar e até fazer chorar.

A maternidade é uma dádiva de valor incomensurável que Deus nos concedeu. Por isso, desde criança, não aceitamos xingamentos que envolvam a nossa mãe. Ela é uma parte sagrada em nós, eterna, incorruptível, preservada e inapagável. Essa figura excelsa depois se replica na nossa esposa e nas nossas filhas, fazendo com que continuemos assistindo, já adultos, o show impagável da maternidade. Por isso, as mães são hors concours.

Todo dia é Dia das Mães! Mesmo que a “sociedade de consumo” tenha convertido a data em ocasião para vendas, o que importa é que devemos cultivar hoje e sempre a gratidão e a homenagem perenes a esse ser singular que veio para amenizar as agruras do mundo, nos dar carinho, zêlo, proteção e orientação inestimáveis para o resto das nossas vidas.

Não é piegas fazer aflorar esse legítimo sentimento, muito pelo contrário, já que a faina do cotidiano nos faz ver as mães como seres normais, quando de fato não são. Sem dúvida, a razão mais forte do Dia das Mães deve ser a de nos fazer parar um pouco para enaltecer a excepcionalidade desse ser que convive conosco, mas que é de outro mundo, do mundo divino.

Recolhamo-nos à nossa pequenez diante das mães e as coloquemos sempre no altar que merecem.
Um abraço fraternal para todos que convivem com mães desde que nasceram. E são duplamente felizardos os que ainda as tem à sua volta e podem abraçá-las neste seu dia.

Nossa homenagem e carinho para todas as mães neste seu dia e sempre.

Diretoria da ASES.

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